Sonhar com poço é olhar para baixo e não ver o fim, ou ver uma água escura lá embaixo. A corda, o balde, o medo de cair. No costume brasileiro, o poço vai para o camelo, grupo 08, perto da sede e da água. A água tem muitas páginas, do rio ao mar, quase todas no jacaré. O poço não é rio. É água guardada no fundo, conquistada com esforço, num lugar seco. Por isso esta ficha fica com o camelo, e deixa registrada a lista que preferiria o jacaré.
O camelo termina em 29, 30, 31 ou 32. 5832 está no último desses finais. 5833 cruzaria para a cobra. A profundidade do poço no sonho não aprofunda a milhar. O final é que decide, depois do sorteio.
Poço seco comenta esforço sem água, a decepção de quem desceu a corda à toa. Poço cheio comenta recurso escondido, difícil de ver da borda. Cair no poço comenta um perigo vertical, diferente do afogamento no aberto. O grupo não muda.
A tradição comenta a borda. A página não indica aposta.
A borda do poço pede cuidado com o pé. Olhar para baixo alonga o quieto. A água, se existe, está guardada. O camelo nomeia esse esforço. O jacaré nomeia a água aberta, noutra ficha.