O cantil no sonho balança no cinto, quase vazio, e o barulho da água é pouco. A pessoa bebe e conta os goles. A sede está no camelo, grupo 08. A água, como rio e torneira, está no jacaré. O cantil fica no camelo porque não é a fonte: é a reserva que a pessoa carrega quando a fonte ficou para trás. Não é a garrafa da mesa, que também pode ser sede, mas o cantil é de caminho, de seco, de quem mede o que resta.
2630 fecha em 30. 4932 fecha em 32. 8129 fecha em 29. O fim 33 já é cobra. Metal quente na mão não troca o fim.
Cantil vazio comenta uma reserva que acabou antes do destino, planejamento curto. Cantil cheio comenta prudência, a pessoa que separou água antes da sede apertar. Cantil furado, molhando a roupa, comenta perda burra, o cuidado que vazou. Dividir o último gole comenta vínculo no aperto. Beber tudo sozinho comenta medo de faltar, e a página não moraliza: descreve a cena. O grupo 08 permanece.
Não se joga a partir do cantil. A ficha guarda a sede de caminho.
A pessoa acorda com sede de verdade ou só com a memória dela. O copo da pia resolve uma. A outra era do sonho.