A duna no sonho é um morro de areia que muda de lugar. A pessoa sobe e o pé afunda, desce e a areia entra no sapato. A areia e o deserto estão no camelo, grupo 08. A duna é o deserto quando vira ladeira. Não é o morro de terra da cabra, com laje e casa. Não é a praia do jacaré, se o tema for o mar ao lado. Duna com mar pode conversar com a praia. Duna sem fim, só areia, fica no camelo.
2032 fecha em 32. 5430 fecha em 30. 8929 fecha em 29. O fim 33 já é cobra. O pé afundando não escolhe outro grupo.
Duna alta, difícil de cravar o passo, comenta esforço sem trilha marcada, caminho que se desfaz atrás. Duna que cobre uma casa comenta o tempo levando o que era endereço. Descer a duna correndo comenta um alívio breve e o medo de enterrar o tornozelo. Ver o oásis do topo comenta esperança, e o oásis tem página própria se a água for de verdade. O grupo 08 permanece na areia.
A ficha não indica jogo. O camelo explica essa ladeira que anda.
A pessoa acorda e sacode o lençol, à procura de areia. Não há. O sapato na porta está limpo. A duna não atravessou.