O calor no sonho gruda a camisa, acaba a sombra e deixa a boca seca antes do meio-dia. A pessoa procura água e acha o copo vazio. A sede e o deserto estão no camelo, grupo 08. O calor fica com eles: é o tempo que pede água, não a água em si. A água de verdade, rio e torneira, está no jacaré. O sol como astro da manhã está no galo. Se o sonho era o disco no céu, olhe o sol. Se era o corpo suando, a sombra curta, a ficha é o camelo.
1729 fecha em 29. 4131 fecha em 31. 7630 fecha em 30. O fim 33 já é cobra. Suor na testa não muda o fim 29, 30, 31 ou 32.
Calor na cidade, asfalto, comenta um dia comum que passou do suportável, paciência corta. Calor no deserto comenta sede grande, e a miragem tem página vizinha se aparecer água falsa. Calor de febre é outra coisa: o corpo doente está no urso. Se o termômetro é que conduz o sonho, olhe a febre. Se o sol é que conduz, continua camelo. Achar sombra comenta alívio pequeno e justo.
A página não marca dezena. O grupo 08 nomeia esse peso do ar.
A pessoa acorda e afasta o cobertor, mesmo com o quarto fresco. O calor era da noite, e a sede às vezes fica.