O suor no sonho desce na testa, cola a camisa, entra no olho. A pessoa pode estar no sol, num ônibus lotado ou numa sala fechada. O calor, a sede e o deserto estão no camelo, grupo 8. A febre está no urso: ali o suor é doença. Nesta ficha o suor é o de fora, o corpo respondendo ao calor ou ao esforço, sem termômetro. Se o sonho era a cama e o termômetro, olhe a febre. Se era a camisa molhada no meio do dia, é o camelo.
1730 termina em 30. 4132 termina em 32. 7629 termina em 29. 1733 termina em 33 e já é cobra. O suor não empurra esse final.
Suor de trabalho fala de um cansaço visível, daqueles que a pessoa mostra sem discurso. Suor de vergonha, o rosto que esquenta numa sala, fala de exposição, e o pavão trata da mostra quando o tema é a roupa e o olhar, não a pele molhada. Suor que não seca, mesmo na sombra, fala de um calor que a pessoa carrega depois que o sol já foi. Enxugar o rosto com a manga fala de um alívio curto.
A ficha não mede grau e não indica jogo. O camelo nomeia esse calor.
A pessoa acorda e passa a mão na testa. O lençol está seco. O suor foi do sonho.