O circo no sonho tem lona, cheiro de serragem, luz amarela e uma música que repete. A pessoa pode estar na plateia ou de repente no picadeiro, sem saber o número. O palhaço tem página no macaco. O riso também. O circo, na tradição que este site segue, fica no mesmo macaco, grupo 17, porque é o lugar do truque, da careta e da graça que pode constranger. Não é o palco do leão, feito para discurso e troféu. O circo é mais baixo, mais próximo, com criança e adulto olhando a mesma coisa e entendendo diferente.
1565 termina em 65, abertura do macaco. O porco começa em 69. O macaco segura 3867 pelo 67 e 7268 pelo 68, sem soltar para o porco. A pessoa tira o animal do fim da milhar já sorteada. A lona do sonho não sorteia e não pede que esses exemplos sejam marcados.
Circo alegre, com a pessoa rindo de verdade, comenta uma folga rara, o direito de achar graça. Circo em que a pessoa é obrigada a se apresentar comenta exposição, o medo de errar na frente de quem ama. Picadeiro vazio, depois do espetáculo, comenta o fim da graça, a serragem suja e o cansaço de quem divertiu os outros. Se o palhaço tomar a cena inteira, a ficha dele conversa com esta. O grupo não muda.
A página não transforma o circo em jogo. O grupo 17 explica a lona e a careta, sem previsão.
A pessoa acorda com a música ainda na cabeça, aquela que não tem letra. Procura de onde vem. Vem do sonho, e vai embora devagar.