Sonhar com riso pode aliviar ou incomodar. A pessoa ri sem saber de quê, ouve uma gargalhada numa sala, ou percebe que riem dela. No livro brasileiro, o riso vai para o macaco, grupo 17, ao lado do palhaço e da festa. A festa é comemoração. O palhaço é a figura que faz rir. O riso, nesta ficha, é o som e o gesto, que tanto pode ser alegria quanto zombaria. A tradição não junta as duas coisas num comentário só.
O macaco ocupa 65, 66, 67 e 68. 3866 chega ao macaco graças ao 66, não graças ao 38. 3869 termina em 69 e já é porco. A milhar 6868 termina em 68, último final do macaco. O 69 abriria outra faixa. As três milhares citadas permanecem dentro. Elas tornam visível uma regra simples: o bicho mora no final. O começo da milhar fica de fora da escolha. E a escolha nomeia resultado já publicado.
Rir com vontade comenta alívio, um peso que saiu pela boca. Ser motivo do riso dos outros comenta exposição e vergonha. Não conseguir parar de rir comenta um transbordamento que a pessoa não controla. O grupo 17 segura as três cenas.
A página descreve o costume. Não indica aposta e não trata a gargalhada como aviso de sorteio.