O bolso no sonho está vazio, furado, ou com a mão de outra pessoa dentro. A pessoa procura a chave e acha um buraco. A mão e o ladrão estão no macaco, grupo 17. O bolso fica com eles: é o lugar da mão, do que se guarda perto do corpo e do que se pode perder num segundo. A carteira de dinheiro está no avestruz. Se o sonho era a nota e o banco, olhe a carteira. Se era o gesto de meter a mão, o furo, o volume estranho, é o macaco.
1366 fecha em 66. 3568 fecha em 68. 6765 fecha em 65. O fim 69 já é porco. Forro rasgado não lê outro grupo.
Bolso vazio comenta a sensação de ter saído sem o que precisava, despreparo miúdo. Bolso furado comenta perda que a pessoa não viu acontecer. Mão alheia no bolso comenta furto, e a página não acusa ninguém da vida real a partir do sonho. Bolso cheio de coisa inútil, papel, moeda sem valor, comenta peso sem proveito. Achar no bolso um objeto esquecido comenta memória no tecido. O grupo 17 permanece.
A ficha não indica jogo. O macaco nomeia a mão e o pano.
A pessoa acorda e confere o bolso da calça na cadeira. O que está lá é o de ontem. O furo era do sonho.