A maçã no sonho está vermelha na feira, mordida na mão, ou podre no fundo da fruteira. A fruta e a banana estão no macaco, grupo 17. A maçã fica com elas: fruta de mão, não comida de panela. Não é a maçã do conto de bruxa, embora a bruxa tenha página no gato se a velha e o veneno conduzirem a cena. Se o sonho era a fruta, o gosto, a feira, é o macaco. O nome não se confunde com o macaco: a maçã é a fruta, o macaco é o grupo.
2467 fecha em 67. 5766 fecha em 66. 9168 fecha em 68. O fim 69 já é porco. Mordida na polpa não troca o fim.
Maçã doce comenta prazer limpo, lanche sem culpa. Maçã podre comenta alguma coisa guardada demais, que passou do ponto na gaveta da vida. Dividir a maçã comenta afeto miúdo, partir ao meio. Maçã oferecida por estranho comenta desconfiança, e a página não transforma isso em regra de não aceitar fruta. No sonho, comenta cautela. O grupo 17 fica.
A ficha não indica jogo. O macaco explica a fruta, com esse nome claro.
A pessoa acorda e olha a fruteira. Se há maçã, é a da compra. O brilho do sonho era outro.