O malabarismo no sonho põe bolas, pratos ou tochas no ar, e a pessoa ora é quem joga, ora é quem assiste. O circo e o palhaço estão no macaco, grupo 17. O palhaço é a figura. O circo é o picadeiro. O malabarismo é a habilidade: manter várias coisas no alto sem deixar cair. Se o sonho era a maquiagem e o nariz, olhe o palhaço. Se eram as bolas, é o macaco. A mágica, o truque de sumir, tem página vizinha no mesmo grupo.
1566 termina em 66. 3868 termina em 68. 7265 termina em 65. 1569 termina em 69 e já é porco. O malabarismo não empurra esse final.
Malabarismo fácil fala de uma vida com muitos pratos que, naquela noite, a pessoa consegue sustentar. Malabarismo à beira do erro fala de sobrecarga, o sorriso mantido enquanto o próximo objeto já vacila. Alguém joga mais uma bola sem pedir fala de uma demanda nova no meio do que já era demais. Apanhar a última peça no centímetro final fala de um alívio estreito, quase vaia evitada.
A ficha não ensina o truque e não indica jogo. O macaco nomeia essas bolas.
A pessoa acorda com as mãos atentas, como quem ainda segura o ar. O chão do quarto não tem bola nenhuma.