A trapaça no sonho é a carta marcada, o dado que cai sempre igual, o troco errado de propósito, o sorriso de quem já combinou com o outro. A pessoa percebe tarde ou percebe e não consegue provar. A mentira, neste site, está na cobra: o que se diz falso. O ladrão está no macaco. A trapaça fica com o macaco, grupo 17, porque é o truque, a mão mais rápida, a regra furada na frente dos outros. Não é só a palavra mentirosa. É o jogo combinado, no sentido antigo de enganar na mesa, e esta página não ensina a enganar nem a apostar. Conta o sonho.
2166 tem fim 66, macaco, no intervalo 65 a 68. 69 abre o porco. 66 não está sozinho: 5465 para em 65 e 8868 para em 68, macaco nos dois casos. A pessoa vê o animal nesse fim quando a milhar já foi publicada. A carta do sonho não é milhar. É cena.
Trapaça que a pessoa sofre comenta injustiça miúda ou grande, a raiva de quem joga limpo e perde. Trapaça que a pessoa comete comenta a vergonha de se ver esperta demais, um atalho que suja. Trapaça descoberta em público comenta humilhação, seja de quem fez, seja de quem caiu. Se a raiva tomar conta, a ficha da raiva no tigre pode completar a leitura. O grupo desta página continua 17.
Não se tira número da trapaça. A ficha registra o truque e o limite: sem jogo, sem previsão.
A pessoa acorda desconfiada de uma conversa que ainda não aconteceu. Vale olhar a vida com calma. Não vale tratar o sonho como prova contra ninguém.