O mirante no sonho tem grade baixa, vento na cara e uma cidade lá embaixo que a pessoa acha que reconhece. O pé procura onde pisar. O penhasco, beira sem proteção, tem página na cabra. O mirante é a beira quando alguém pôs um lugar para olhar: menos queda, mais vista. Continua altura, grupo 06, com a montanha. Não é o terraço de casa, que seria cachorro se o tema for o prédio. Se o sonho era a cidade e o vento no alto do morro, é a cabra.
2823 fecha em 23. 6122 fecha em 22. 9024 fecha em 24. O fim 25 já é carneiro. A grade de ferro não escolhe o animal. Escolhe o fim da milhar já saída.
Mirante com alguém ao lado comenta uma conversa que só acontece longe do barulho, coisa dita olhando para fora. Mirante vazio comenta solidão escolhida, a pessoa querendo distância por um instante. Medo da grade comenta o mesmo limite do penhasco, mais contido. Não conseguir achar o caminho de volta do mirante comenta a vista que prendeu e o dia que andou. O grupo 06 permanece.
A ficha não indica jogo. A cabra explica esse lugar de olhar para baixo.
A pessoa acorda e a janela do quarto não dá essa vista. O vento, se houver, é ventilador. A cidade do sonho era menor e mais clara.