O vale no sonho é o fundo entre dois morros, rio pequeno no meio, casa lá embaixo parecendo brinquedo. A pessoa desce ou olha de cima e sente o tamanho. A montanha e o morro estão na cabra, grupo 06. O vale fica com essa altura ao contrário: não é o pico, é o que o pico cerca. Há quem ponha todo lugar baixo na água. Se o sonho era o rio enchendo, a enchente tem página no jacaré. Se o sonho era o chão entre serras, a sombra da montanha, a ficha é a cabra.
1621 fecha em 21. 4023 fecha em 23. 7322 fecha em 22. O fim 25 já é carneiro. 25 no fim já seria carneiro, fora deste fundo.
Vale verde, com pasto, comenta abrigo, um lugar onde o vento do alto não chega. Vale escuro, fim de tarde, comenta caminho que ainda falta e a luz acabando. Estar perdido no vale comenta a sensação de morro igual dos dois lados, sem saber qual subida volta. Ver o vale do mirante comenta distância: a própria vida lá embaixo, pequena. O grupo 06 permanece.
A página não traça trilha e não indica jogo. A cabra nomeia esse chão entre alturas.
A pessoa acorda com a perna cansada de descida que não fez. O quarto está no plano. O vale ficou na noite.