O barranco no sonho é terra na beira, não pedra. O pé afunda, a chuva come a borda, o caminho fica mais estreito do que a pessoa lembrava. A montanha, o morro e o penhasco estão na cabra, grupo 6. O penhasco é rocha e vento. O barranco é solo, barriga de morro, beira que desmancha. Se o sonho era o abismo de pedra, olhe o penhasco. Se era a terra cedendo, é a cabra.
1622 termina em 22. 4024 termina em 24. 7321 termina em 21. 1625 termina em 25 e já é carneiro. O barranco não empurra esse final.
Barranco que a pessoa atravessa com cuidado fala de um risco conhecido, daqueles que pedem passo curto e não heroísmo. Barranco que leva a casa fala de um lugar ameaçado, herança ou endereço em perigo. Cair no barranco e levantar sujo fala de um tombo sem plateia, vergonha e susto juntos, e o susto tem página no veado se o medo tomar a cena inteira. Enquanto for a terra, continua cabra.
A ficha não mede altura e não indica jogo. A cabra nomeia essa beira.
A pessoa lava o pé ao acordar, mesmo no azulejo limpo. O barranco deixou barro na memória.