A serra no sonho é uma fila de morros, estrada em curva, neblina na parte de cima. A pessoa sobe de carro ou a pé e o ouvido fecha um pouco. A montanha sozinha está na cabra. A serra é a montanha quando vem em sequência, o caminho longo entre cidades altas. Não é a neblina da águia, se o tema for só não enxergar. Se a neblina tapa a curva, as duas fichas conversam. O chão que sobe e desce, a serra em si, fica no grupo 06.
1322 fecha em 22. 3724 fecha em 24. 6921 fecha em 21. O fim 25 já é carneiro. Curva fechada não muda a faixa da cabra.
Serra de dia claro comenta viagem que a pessoa aguenta, vista boa e um pouco de cansaço honesto. Serra de noite, farol fraco, comenta risco no caminho, a descida que pede freio. Serra da infância, a mesma curva do avô, comenta origem, um lugar que o corpo reconhece antes da cabeça. Ficar parado no mirante da serra comenta a vontade de olhar a vida de longe por um minuto. O grupo 06 fica.
A página não marca estrada e não indica jogo. A cabra nomeia essa sequência de altos.
A pessoa acorda com o ouvido ainda abafado, como na descida de verdade. Não houve serra. Houve o sonho da curva.