A sopa no sonho queima a língua, está sem sal, ou é a tigela que alguém põe na cama quando a pessoa está doente. A panela e a comida estão no porco, grupo 18. A sopa fica com eles: comida líquida de cuidado, não o caldo do hospital se o tema for a internação. A doença está no urso. Se o sonho era o soro e o médico, olhe o hospital. Se era a tigela, o vapor, a colher, é o porco. A gripe tem página no urso quando o corpo é o centro. A sopa é o prato.
2272 fecha em 72. 5269 fecha em 69. 8671 fecha em 71. O fim 73 já é pavão. Vapor no rosto não lê outro fim.
Sopa quente na hora certa comenta cuidado que chega, mãe, vizinha, a própria pessoa se servindo. Sopa fria comenta cuidado atrasado, o gesto que esfriou. Sopa sem gosto comenta comida por obrigação, nutrição sem alegria. Derramar a sopa comenta desastre pequeno de mesa, mancha, vergonha miúda. O grupo 18 permanece.
A ficha não indica jogo. O porco explica a tigela.
A pessoa acorda com a boca pedindo sal ou já salgada de sono. A cozinha está quieta. A colher era da noite.