Ninar no sonho é o braço cansado, a música sem letra, o bebê que quase dorme e abre o olho de novo. A pessoa anda de um lado para o outro no escuro. O bebê e o berço estão no coelho, grupo 10. Ninar fica com eles: é o gesto, não o leite. A amamentação, o alimento que sai do corpo, está na vaca. Se o sonho era o seio e o leite, olhe essa página. Se era o colo balançando até o sono vir, é o coelho.
1338 fecha em 38. 3640 fecha em 40. 6737 fecha em 37. O fim 41 já é cavalo. A canção baixinha não troca o fim.
Ninar e o bebê dormir comenta um cuidado que fechou o ciclo, alívio no ombro. Ninar e o bebê não dormir comenta noite sem fim, paciência no limite. Ninar um bebê que não é seu comenta responsabilidade emprestada, vizinho, sobrinho, plantão. Ser ninada, a pessoa adulta no colo, comenta regresso, vontade de ser cuidada como antes. O grupo 10 permanece.
A página não promete sono fácil e não indica jogo. O coelho nomeia o balanço.
A pessoa acorda ainda balançando um pouco o corpo, hábito de quem já ninou ou de quem o sonho ensinou por uma noite. O quarto está quieto.