A pelúcia no sonho é um urso de pano, um coelho gasto, o bicho que a pessoa não largava. Pode estar no berço ou na cama de adulto, escondido. A boneca e a criança estão no coelho, grupo 10. A pelúcia fica com eles: brinquedo de apego, não o animal de verdade. O urso de verdade, doença e abrigo, tem página no grupo 23. Se o sonho era o bicho vivo na floresta, olhe o urso. Se era pano, olho de botão e cheiro de infância, é o coelho.
1939 fecha em 39. 4538 fecha em 38. 8040 fecha em 40. O fim 41 já é cavalo. O botão solto não muda a faixa 37 a 40.
Pelúcia da infância achada no armário comenta memória que a pessoa achava guardada e que ainda tem cheiro. Pelúcia perdida comenta um consolo que sumiu na mudança. Dar a pelúcia a uma criança comenta passagem de cuidado, o objeto que troca de mão. Pelúcia rasgada comenta um apego que o tempo comeu, sem a página transformar isso em tragédia. O grupo 10 fica.
A ficha não indica jogo. O coelho explica o pano que consolava.
A pessoa acorda e às vezes procura o bicho no canto da cama, mesmo décadas depois. Não está. O sonho devolveu o gesto, não o objeto.