A soneca no sonho é cochilo de dia, quase sempre de criança: o bebê no berço, a luz filtrada, a casa de pé na ponta do pé. O bebê e o berço estão no coelho, grupo 10. O sono de adulto, a cama e a doença estão no urso. A insônia está no gato. Se o sonho era a pessoa adulta sem conseguir dormir de noite, olhe a insônia. Se era o bebê apagando de tarde, é o coelho.
2239 termina em 39. 5138 termina em 38. 8437 termina em 37. 2241 termina em 41 e já é cavalo. A soneca não empurra esse final.
Soneca longa e quieta fala de um alívio de quem cuida, a hora em que dá para sentar. Soneca que não vem, o bebê esperto demais, fala de cansaço acumulado na casa. Adormecer junto, adulto e criança, fala de um descanso emprestado, raro. Acordar o bebê sem querer fala de culpa leve, o barulho da porta.
A ficha não marca hora de dormir e não indica jogo. O coelho nomeia esse cochilo.
A pessoa acorda no próprio horário e estranha o silêncio. Ninguém pede voz baixa no corredor. A soneca era de outra boca, dentro da noite.