A debutante no sonho é a festa dos quinze anos: valsa, salão, o par, a família na beira da pista. A festa está no peru, grupo 20. O vestido, sozinho, está no pavão, com a roupa e a mostra do corpo. Se o sonho era o tecido no cabide, sem salão, olhe o vestido. Se era a valsa, o nome anunciado e a pista, é o peru. A página fala do rito, não de uma idade obrigatória: há quem sonhe a festa sem ter quinze anos acordado.
2179 termina em 79. 5278 termina em 78. 8477 termina em 77. 2181 termina em 81 e já é touro. A debutante não empurra esse final.
Festa linda e no tempo fala de uma passagem marcada, a família que conseguiu fazer o dia. Festa em que a pessoa tropeça na valsa fala de exposição, o medo de errar o passo na frente de todo mundo. Não querer a festa e ser empurrada para a pista fala de um rito que é mais dos outros do que dela. Pai ou mãe faltando na valsa fala de uma ausência que o salão não cobre, e o pai tem página no touro se o tema for ele e não a pista.
A ficha não marca baile e não indica jogo. O peru nomeia essa noite.
A pessoa acorda com a música ainda no ouvido. Não há salão. Os quinze anos, se já passaram, voltaram só no sonho.