A serpentina no sonho é fita de papel, colorida, que a pessoa joga e que enrosca no pescoço do vizinho. Não é a cobra. Há listas que leem a palavra e mandam para o animal do mesmo nome. Este site olha a cena: se havia escama e susto, a ficha é a cobra. Se havia festa, carnaval, papel na testa, a serpentina fica no peru, grupo 20, com a festa. O carnaval como fantasia está no pavão. O papel jogado para o alto é festa.
1978 fecha em 78. 4577 fecha em 77. 8080 fecha em 80. O fim 81 já é touro. Fita no cabelo não lê a cobra. Lê o fim, e o fim desta ficha é peru.
Serpentina no auge comenta alegria de jogar coisa para o alto, sem guardar. Serpentina embolada, que não abre, comenta a festa que emperra num detalhe bobo. Serpentina no lixo no dia seguinte comenta o depois, cor virando lixo. Levar um rolo para casa comenta a vontade de esticar a festa mais um pouco. O grupo 20 permanece.
A página não indica jogo. O peru nomeia a fita, e a cobra continua com a cobra de verdade.
A pessoa acorda com a ideia de papel no pescoço. Não há. O carnaval, se não é época, foi só da noite.