O confete no sonho cai no cabelo, gruda no suor, entra na boca. A pessoa ri e depois varre. A festa está no peru, grupo 20. O carnaval, como fantasia e roupa, está no pavão. O confete fica no peru porque é a chuva de papel da festa, não a fantasia. Se o sonho era o espelho e a roupa, olhe o carnaval. Se era o papel no chão e no cabelo, é esta ficha.
2180 fecha em 80. 5277 fecha em 77. 8479 fecha em 79. O fim 81 já é touro. Cor no cabelo não lê outro animal.
Confete na hora do auge comenta alegria sem ressalva, rara. Confete no dia seguinte, no chão, comenta o fim da festa, a vassoura. Confete que machuca o olho comenta excesso, a graça que passou do ponto. Não ter confete numa festa que pedia comenta uma celebração murcha. O grupo 20 permanece.
A ficha não indica jogo. O peru explica o papel colorido.
A pessoa acorda e passa a mão no cabelo. Não há brilho. O chão do quarto está limpo. A vassoura fica para a vida real, se houver festa de verdade. Por enquanto ninguém precisa varrer. O brilho colorido não sobreviveu ao despertar, e o quarto amanheceu sem festa.