O parabéns no sonho é a música que todo mundo começa numa hora diferente. A pessoa sopra, ou esquece de soprar, ou não é o aniversário dela e mesmo assim cantam. O aniversário e a festa estão no peru, grupo 20. O parabéns é o rito cantado dessa festa. Não é o sino da igreja, que está no galo. Não é a missa do carneiro. É a música curta, constrangedora e querida, da vela. A vela de cemitério está na borboleta. A vela do bolo, se o tema for a morte, não é esta ficha. Se é bolo e nome, é o peru. O bolo como comida tem página no porco. Aqui é o canto.
1280 fecha em 80. 3377 fecha em 77. 6679 fecha em 79. O fim 81 já é touro. Vela apagada não troca o peru pelo touro.
Parabéns afinado, raro, comenta carinho que deu certo. Parabéns desafinado comenta afeto sem ensaio, que vale do mesmo jeito. Esquecer a letra comenta vergonha leve no próprio aniversário. Cantarem para a pessoa errada comenta troca de atenção, ciúme miúdo de festa. O grupo 20 fica.
A página não indica jogo. O peru explica essa música curta.
A pessoa acorda com a melodia presa, sem letra direito. Ninguém cantou. O sonho cantou sozinho.