Sonhar com cobertor é sonhar com abrigo simples. Puxar até o queixo, descobrir o pé, sentir frio ou calor demais. No costume brasileiro, o cobertor fica com o urso, grupo 23, perto da cama e da febre. A cama é o móvel do descanso. A febre é o calor doente. O cobertor é a camada que a pessoa controla, sobe e desce, quando o corpo pede pausa.
89, 90, 91 e 92 são o urso. 5492 é urso no limite da faixa. 5493 seria veado. Sentir frio ou calor não empurra esse limite. O limite é do final publicado, não da temperatura do sonho.
Cobertor curto comenta proteção que não cobre tudo, um cuidado pela metade. Cobertor pesado demais comenta abrigo que sufoca. Perder o cobertor no meio da noite comenta desamparo pequeno e imediato, o corpo exposto. O grupo 23 continua.
A página registra o costume. Não indica jogo e não trata o frio como anúncio.
Puxar o tecido é um gesto de quem ainda pode se proteger um pouco. Quando o tecido falta, o gesto fica no ar. O urso registra os dois. Não registra aposta. O frio no pé basta para acordar a pessoa no meio da cena.