A injeção no sonho é a agulha, o algodão, o braço que a pessoa não quer estender. O remédio e o médico estão no urso, grupo 23. A injeção fica com eles: cuidado que dói na hora para um bem que a pessoa espera depois. Não é a picada da cobra, veneno escondido. A picada sem consentimento, de bicho, está na cobra. A injeção é clínica, alguém aplica, a pessoa sabe. Se o sonho era o escorpião, olhe a picada. Se era o posto, a enfermeira, a agulha, é o urso.
1689 fecha em 89. 4091 fecha em 91. 7590 fecha em 90. O fim 93 já é veado. Algodão no braço não lê outro fim.
Injeção que dói e passa comenta um mal necessário, medo curto. Injeção que a pessoa recusa comenta limite, o direito de dizer não ao cuidado. Injeção aplicada por familiar comenta amor com luva, a casa virando posto. Agulha que quebra comenta o cuidado que falhou na execução, susto a mais. O grupo 23 permanece.
A página não receita e não indica jogo. O urso nomeia a agulha.
A pessoa acorda e esfrega o braço. Não há furo. O medo de agulha, se existe, é antigo, e o sonho só visitou.