O sítio no sonho é menor que a fazenda: um terreiro, uma mangueira, a casa simples de fim de semana ou de infância. A fazenda e o pasto estão na vaca, grupo 25. O sítio fica com eles, lugar de leite, galinha ao fundo e terra que a família ainda chama de seu. A galinha, sozinha, está no galo. O porco, sozinho, está no porco. O sítio como chão, como casa de roça pequena, permanece na vaca porque o centro desta leitura é o pasto e o leite, não cada bicho solto. Se o sonho era só o galo cantando, olhe o galo. Se era o terreiro inteiro, é a vaca.
1397 fecha em 97. 3898 fecha em 98. 7600 fecha em 00. O 00 continua vaca. O fim 01 já é avestruz.
Sítio da infância comenta origem, pé descalço, fruta no pé. Sítio abandonado, mato no terreiro, comenta herança largada, e o mato tem página no veado se a trilha sumida for o tema. Sítio à venda comenta o fim de um lugar, decisão de família. Sítio cheio de primo comenta festa de sangue, e o primo está no elefante. O chão continua vaca. O grupo 25 fica.
A ficha não avalia terra e não indica jogo. A vaca nomeia esse terreiro.
A pessoa acorda com o cheiro de mangueira, mesmo em apartamento. A cidade desmente devagar. O sítio ficou na noite, inteiro.