O curral no sonho é chão batido, porteira que range, cheiro de gado, a cerca baixa em volta das vacas. A fazenda, o leite e a vaca estão no grupo 25. A cerca no morro, como obstáculo de caminho, pode ser da cabra. O curral não é essa cerca solta: é o cercado do gado, o lugar da ordenha e do boi quando o centro da cena é a criação. O boi sozinho está no touro. Se o sonho era um boi no meio da rua, olhe o touro. Se era o curral, é a vaca.
1798 termina em 98. 4297 termina em 97. 7300 termina em 00. 1701 termina em 01 e já é avestruz. O 00 continua vaca. O curral não empurra esse final.
Curral cheio e quieto fala de uma lida em ordem, sustento que responde. Curral com animal agitado fala de um trabalho que vai dar mais luta do que a pessoa esperava. Porteira aberta e gado fora fala de uma contenção que falhou, prejuízo ou liberdade, e a cena é que diz qual dos dois. Curral da infância fala de origem, pé descalço, a casa de roça que a memória guarda maior do que foi.
A ficha não conta cabeça de gado e não indica jogo. A vaca nomeia esse cercado.
A pessoa acorda longe de qualquer porteira e ainda ouve o rangido. O curral ficou na noite, inteiro.