O pombo no sonho pousa na janela, suja a calçada, ou traz alguma coisa no bico que a pessoa não alcança. O passarinho está no galo, grupo 13, com a manhã e o aviso. O pombo fica com ele: ave de cidade, de praça, de recado antigo. Não é a águia do céu alto. Não é a mariposa da borboleta. É o pássaro que vive perto da gente e às vezes incomoda. A carta, se o pombo a trouxesse como nos contos, conversa com a ficha da carta, também no galo. O animal continua o mesmo.
2252 fecha em 52. 5349 fecha em 49. 8851 fecha em 51. O fim 53 já é gato. Pena cinzenta não muda a faixa 49 a 52.
Pombo na janela comenta visita miúda, um recado que insiste. Pombo morto na calçada comenta incômodo da cidade, e a morte como tema largo tem página na borboleta se o luto for o centro. Se o centro for o pássaro urbano, continua galo. Muitos pombos levantando voo comentam barulho e partida ao mesmo tempo. Pombo que come na mão comenta confiança fácil, quase ingênua. O grupo 13 fica.
A ficha não indica jogo. O galo explica essa ave de praça.
A pessoa acorda e olha a janela. Se há pombo, é o da rua. O do sonho já foi.