Sonhar com sino chega pelo badalo. Igreja, escola, um aviso que todo o bairro ouve ao mesmo tempo. No costume brasileiro, o sino fica com o galo, grupo 13, animal que também anuncia a hora, perto da igreja só no comentário: a igreja em si é carneiro. O sino desta ficha é o som público, não o prédio. O galo canta para poucos que estão perto. O sino chama quem está longe.
49, 50, 51 e 52 são o galo. 5352 é galo pelo 52, último da faixa. 5353 seria gato. O badalo não acrescenta algarismo. A milhar publicada é que traz o par, e a ficha só ensina a ler esse par.
Sino de festa comenta anúncio alegre, casamento ou domingo. Sino de finados ou de pressa comenta aviso grave, e o cemitério tem página na borboleta se a cena for o luto. Sino que não para comenta um chamado insistente, difícil de ignorar. O grupo 13 permanece quando o tema é o som que marca hora.
A página não aceita aposta e não marca a hora de um sorteio.
O badalo empurra o som para ruas que não pediram aviso. Por isso o sino incomoda e reúne ao mesmo tempo. O galo fica com o chamado. A igreja, como prédio, fica com o carneiro.