A capela no sonho é menor que a igreja. Cabe pouca gente, tem cheiro de flor velha e um banco que range. A pessoa entra sem saber se a missa já acabou. A igreja, a reza e o padre estão no carneiro, grupo 07. A capela fica com eles: é o mesmo silêncio, em escala de bairro, de hospital, de beira de estrada. Não é o sótão do gato, escuro de casa. É lugar de reza pequena. Se o sonho era a nave lotada e o padre no altar, olhe a igreja. Se era o cômodo curto e a vela, é esta.
1425 fecha em 25. 3628 fecha em 28. 7026 fecha em 26. O fim 29 já é camelo. 29 no fim abriria o camelo. A capela não pede isso.
Capela vazia comenta uma fé sem plateia, a pessoa sozinha com o que veio dizer. Capela lotada demais para o tamanho comenta aperto de promessa, todo mundo com o mesmo pedido. Capela de hospital comenta doença por perto, e o hospital tem página no urso se o tema for o leito. Se o tema for o banco e a reza, continua carneiro. Porta da capela que não abre comenta um consolo que a pessoa não alcançou.
A página não benze aposta. O grupo 07 guarda essa igreja pequena.
A pessoa acorda ainda em voz baixa, como se o cômodo pedisse isso. A casa não pede. O hábito veio da noite.