Sonhar com altar é sonhar com o lugar mais cuidado da igreja, ou com uma mesa posta em casa para santo e vela. No livro brasileiro, o altar fica com o carneiro, grupo 07, perto da igreja e da reza. Não é qualquer móvel. É o ponto para onde o gesto se dirige: vela, flor, joelho, olhar. A vela tem ficha na borboleta porque ali o assunto é a chama. O altar é o suporte dessa chama e de tudo o que se coloca junto.
25, 26, 27 e 28 fecham o carneiro, e o camelo só abre em 29. 5828 ainda é carneiro. 5829 já não é. A frase da fronteira serve de leitura, não de sugestão. Resultado publicado se nomeia assim.
Altar enfeitado comenta cuidado, uma devoção que alguém arrumou. Altar derrubado comenta ruptura, o sagrado tratado sem respeito ou um acidente que dói como ofensa. Subir ao altar comenta exposição, o lugar que não é de quem apenas assiste. O grupo 07 permanece.
A tradição registra a imagem. A ficha não aceita jogo.
O que se põe no altar foi escolhido: flor, vela, foto, pão. Nada ali é casual na leitura antiga. O carneiro recebe o lugar. A chama, sozinha, continua na borboleta.