O vampiro no sonho é figura de noite, capa ou só o susto na janela, dente, convite para sair no escuro. O morcego está no gato, grupo 14, com a noite. O vampiro fica com eles: criatura da hora em que a casa devia estar fechada. O medo, como pânico e fuga, está no veado. Se o sonho era só o corpo em alarme, sem figura, olhe o pânico. Se havia a figura da noite, o dente, a janela, é o gato. Não é o diabo da cobra, embora os dois assustem. O diabo tem página de tentação e sombra. O vampiro desta ficha é o visitante noturno.
2455 fecha em 55. 5754 fecha em 54. 9156 fecha em 56. O fim 57 já é jacaré. Capa preta não lê outro fim.
Vampiro na janela comenta uma ameaça que pede para entrar, e a pessoa decide se abre. Ser mordida comenta cansaço que parece roubado, a noite que suga o dia seguinte. Virar vampiro comenta medo de ficar do lado de quem assusta os seus. Expulsar o vampiro comenta limite, a casa que não cedeu. O grupo 14 permanece. A página não trata isso como aviso do além. Trata como sonho de noite.
Não há jogo aqui. O gato nomeia o visitante.
A pessoa acorda e confere a janela. Está fechada. O pescoço, conferido no espelho, não tem marca. O sonho gostava de teatro.