O breu no sonho apaga o cômodo inteiro. A pessoa estende a mão e não vê os dedos. A noite e a escuridão estão no gato, grupo 14. A escuridão, na página vizinha, ainda é um quarto reconhecível, a luz que faltou. O breu é mais fechado: o lugar perde o nome, o corredor deixa de ter fim, o olho não acostuma. Se o sonho era só o interruptor do quarto, olhe a escuridão. Se era não ver nada, é o gato.
1854 termina em 54. 4256 termina em 56. 7653 termina em 53. 1857 termina em 57 e já é jacaré. O breu não empurra esse final.
Breu dentro de casa fala de um medo doméstico, a tomada que a pessoa não acha. Breu ao ar livre fala de um caminho sem referência, e a fuga tem página no veado se o tema for correr. Ficar parado no breu até o olho pegar um vulto fala de paciência forçada. O vulto que se revela conhecido fala de alívio. O que não se revela fala de um medo que a manhã vai ter de nomear, e a página não antecipa o nome.
A ficha não acende luz e não indica jogo. O gato nomeia esse escuro.
A pessoa abre o olho e agradece o vão da porta. O breu não atravessou para o quarto real.