O semáforo no sonho fica vermelho tempo demais, ou abre e a pessoa não anda. Às vezes está apagado e cada carro inventa a própria vez. A estrada e o carro estão no cavalo, grupo 11. O semáforo fica com eles: é a regra do caminho, não a autoridade do juiz, que está no leão. Não é a placa de festa. É o sinal que manda parar ou seguir. Se o sonho era a discussão no fórum, olhe o juiz. Se era o cruzamento, é o cavalo.
2144 fecha em 44. 5241 fecha em 41. 8343 fecha em 43. O fim 45 já é elefante. Luz queimada não lê outro animal.
Semáforo vermelho eterno comenta uma vida parada num sinal que não é o dela abrir. Verde que a pessoa perde por distração comenta chance curta, um segundo de atraso. Semáforo apagado comenta regra nenhuma, cada um por si, e o medo disso. Amarelo no meio do cruzamento comenta decisão pela metade, nem parou nem passou. O grupo 11 permanece.
A ficha não indica jogo. O cavalo explica o sinal da rua.
A pessoa acorda e, no primeiro cruzamento do dia, olha o sinal com mais atenção que o costume. O sonho deixou o reflexo.