O táxi no sonho não para, ou para e o motorista não sabe a rua. A pessoa olha o taxímetro andar. O carro e a viagem estão no cavalo, grupo 11. O táxi fica com eles: é o carro que não é seu, a ida paga, o caminho nas mãos de outro. Não é o ônibus, lotado e com ponto fixo, embora o ônibus também seja cavalo. O táxi é a pressa individual. O aeroporto tem página vizinha se o destino for o voo. Se o sonho era o banco de trás e a cidade passando, é esta ficha.
1541 fecha em 41. 3843 fecha em 43. 7042 fecha em 42. O fim 45 já é elefante. Taxímetro alto não troca 41, 42, 43 nem 44.
Táxi que não vem comenta espera na chuva, a vida dependendo de outro. Táxi que erra o caminho comenta confiança posta na pessoa errada, ou só um erro, sem vilão. Esquecer de pagar comenta dívida miúda e vergonha na calçada. Não ter dinheiro para o táxi comenta a conta do avestruz invadindo a viagem, e o dinheiro tem página própria. O cavalo permanece no veículo.
A página não chama corrida e não indica jogo. O grupo 11 nomeia esse carro alheio.
A pessoa acorda ainda dizendo um endereço. Ninguém anotou. A rua lá fora segue sem taxímetro.