O punho no sonho fecha sem a pessoa decidir, ou não fecha, a mão frouxa na hora em que precisava. O soco e o braço estão no touro, grupo 21. O punho fica com eles: é a mão quando vira força, não a mão ladra do macaco. A briga aberta e a raiva estão no tigre. Se o sonho era a pancadaria e o ódio, olhe a briga. Se era o punho cerrado, o gesto contido ou o soco único, é o touro, ao lado do soco.
2583 fecha em 83. 5882 fecha em 82. 9184 fecha em 84. O fim 85 já é tigre. Unha na palma não troca o grupo.
Punho cerrado comenta raiva segurada, coisa não dita. Punho que acerta comenta o limite ultrapassado, e a página não aplaude. Punho frouxo comenta a pessoa que não conseguiu reagir, vergonha ou juízo, a cena é que diz. Punho de outra pessoa erguido comenta ameaça, o medo do golpe. O grupo 21 permanece enquanto o tema for o gesto do braço. Se virar guerra, o tigre conversa.
A ficha não indica jogo e não ensina briga. O touro nomeia o punho.
A pessoa acorda com a mão ainda fechada. Abre devagar. Não há marca na palma. O sonho apertou sozinho.