O braço no sonho dói, não obedece, segura alguém, ou está engessado. Pode ser o da própria pessoa ou o de outra, forte, na mesa. O homem, o soco e a força do corpo estão no touro, grupo 21, nesta tradição. O braço fica com eles: é o membro do gesto, do trabalho pesado, do abraço e também da briga. A briga aberta, como cena de guerra e raiva, tem página no tigre. Se o sonho era a pancada e a fúria, olhe o soco e a raiva. Se o sonho era o membro, o músculo, o que ele consegue ou não carregar, fica o touro. A mão sozinha está no macaco, a mão que mexe e furta. O braço é o que sustenta a mão.
1681 termina em 81, abertura do touro. O tigre começa em 85. 83 é o recorte de 4083 e 84 é o recorte de 7484, casas que o touro não empresta. A pessoa lê o touro nesse fim, em milhar já sorteada. O braço do sonho não dita o fim.
Braço forte comenta capacidade, a sensação de dar conta de um peso. Braço fraco, que não levanta a xícara, comenta cansaço ou doença, e a doença tem ficha no urso se o tema for o hospital. Braço quebrado comenta um limite imposto de fora, o gesso que manda parar. Braço que segura um filho comenta proteção, e encosta na família sem sair do touro enquanto o gesto for a força do colo. O comentário muda com o que o braço faz. O grupo 21 permanece.
A página não mede força e não indica jogo. O touro nomeia o membro, só isso.
A pessoa acorda e flexiona o cotovelo para conferir. Funciona. O alívio é bobo e sincero.