A madrinha no sonho chega de vestido claro, segura a criança, ou é a madrinha de casamento ajeitando o véu. Pode ser uma tia real ou uma mulher que a pessoa escolheu para esse papel. A família está no elefante, grupo 12. O batizado está no carneiro, porque é rito de igreja. A madrinha fica no elefante: é parentesco de escolha, o nome ao lado do pai e da mãe no papel. Se o sonho era o altar e a água bentida, olhe o batizado. Se era a mulher que assume o cuidado, é o elefante.
1645 fecha em 45. 3947 fecha em 47. 7246 fecha em 46. O fim 49 já é galo. O vestido não lê a milhar. O fim é que lê.
Madrinha presente, de colo firme, comenta amparo além da casa, alguém que entra quando a família aperta. Madrinha ausente no dia da festa comenta uma promessa que não chegou. Ser madrinha e não saber o que fazer comenta responsabilidade nova, o medo de falhar num papel bonito. Madrinha de casamento, amiga, comenta aliança de amizade, e a amizade fiel tem página no cachorro se o tema for o amigo sem rito. O elefante permanece quando o papel é o de madrinha.
A página não escolhe madrinha e não indica jogo. O grupo 12 nomeia esse cuidado ao lado.
A pessoa acorda pensando em quem chamaria, ou em quem a chamou. O sonho não obriga o telefonema. Só põe o vestido de volta.