A fumaça no sonho entra por baixo da porta, enche a cozinha, ou sobe de um cigarro que a pessoa não lembra de ter acendido. Arde o olho. A pessoa procura a chama e às vezes não acha. O fogo está no tigre, grupo 22, com o incêndio e a raiva. A fumaça fica com eles: é o sinal de que alguma coisa queima, mesmo quando a chama está noutro cômodo. Não é a neblina da águia, cerração fria do tempo. A fumaça é quente, cheiro de queimado, aviso de fogo. Se o sonho era só não enxergar a rua, olhe a neblina. Se o sonho era o cheiro e o medo da chama, fica o tigre.
1785 termina em 85, primeira casa do tigre. O urso começa em 89. 87 está no rabo de 4187 e 88 está no rabo de 7588; o tigre não entrega esses dois. A pessoa lê o tigre no fim da milhar que já saiu. A fumaça do sonho não indica a próxima.
Fumaça sem fogo visível comenta um problema que a pessoa sente e ainda não localiza, o cheiro antes da causa. Fumaça que impede a saída comenta pânico de ficar preso, e o pânico tem página no veado se o tema for o terror da fuga. Fumaça de cozinha, a panela esquecida, comenta descuido doméstico, prejuízo pequeno e a bronca consigo. Apagar a tempo comenta alívio. Não apagar comenta a cena caminhando para o incêndio, ficha vizinha.
A página não manda marcar 85. Explica o grupo 22 e o cheiro de queimado, sem jogo.
A pessoa acorda e cheira o ar do quarto. Está limpo. O nariz ainda procura a queimada.