O cravo no sonho é flor: no peito de uma camisa, num vaso, na mão de quem visita. A rosa, a flor e o jardim estão na borboleta, grupo 4. O cravo fica com eles. Há quem sonhe o cravo-da-índia, o tempero na panela. Esse, se o tema for a comida, conversa com o porco. Se o tema for a flor, o cheiro doce e o caule, a ficha é a borboleta. O sol como estrela da manhã está no galo e não entra aqui.
1314 termina em 14. 4516 termina em 16. 7813 termina em 13. 1317 termina em 17 e já é cachorro. O cravo não empurra esse final.
Cravo oferecido fala de uma declaração antiga, daquelas que cabem numa flor só. Cravo no cemitério fala de lembrança levada a alguém que já foi, e o túmulo tem página própria se a cena for o jazigo e não a flor. Cravo no cabelo fala de festa e de se deixar ver. Cravo que pinica o dedo no caule fala de um carinho que também arranha.
A ficha não manda buquê e não indica jogo. A borboleta nomeia essa flor.
O cheiro fica na mão depois de acordar, mesmo sem vaso no quarto. A noite guardou o cravo.