O batom no sonho borra no copo, falta na bolsa, ou pinta a boca de uma cor que a pessoa não usa. A maquiagem e o beijo estão no pavão, grupo 19, o animal da aparência e do afeto que se mostra. O batom fica com eles: é cor na boca, rito de sair, não a máscara da cobra feita para sumir. Se o sonho era disfarce completo, olhe a máscara. Se era o estojo e o traço na boca, é o pavão.
1673 fecha em 73. 3975 fecha em 75. 7274 fecha em 74. O fim 77 já é peru. Cor errada no espelho não troca 73 a 76.
Batom caprichado comenta a pessoa pronta para ser vista, um cuidado de um minuto que muda o rosto. Batom borrado comenta a festa que passou do ponto, ou o beijo, ficha vizinha, se o tema for a boca de outro. Batom que não sai comenta um papel grudado, a cor social que a água não tira. Perder o batom comenta um rito interrompido, a saída sem a última peça. O pavão permanece.
A página não promete beleza e não indica jogo. O grupo 19 nomeia essa cor.
A pessoa acorda e passa o dedo na boca. Não há cor. Há o hábito de conferir, acordado pelo sonho.