O sofá no sonho afunda no meio, está coberto de roupa, ou é novo demais para a sala velha. A pessoa senta e não acha o lugar do corpo. A casa está no cachorro, grupo 05, com a porta e o quarto. O sofá fica com a casa: é o móvel onde a família senta sem cerimônia, onde se dorme um cochilo e se espera visita. A cama, descanso de verdade, tem página no urso. Se o sonho era deitar e cobrir, olhe a cama. Se era a sala e o estofado, é o cachorro.
1717 fecha em 17. 3919 fecha em 19. 6218 fecha em 18. O fim 21 já é cabra. Rasgo no tecido não empurra o fim para a cabra.
Sofá da infância, com o mesmo desenho desbotado, comenta volta sem convite para uma casa que já mudou. Sofá emprestado, na casa dos outros, comenta a pessoa de visita, sem o direito de reclinar de verdade. Sofá que não cabe na sala comenta uma vida maior do que o cômodo. Dormir no sofá em vez da cama comenta briga, insônia ou um hóspede. O grupo 05 permanece.
A página não mede conforto e não indica jogo. O cachorro nomeia esse móvel de sala.
A pessoa acorda com o pescoço torto, como se tivesse cochilado sentada. A cama está em ordem. O sofá era da noite.