A farda no sonho aperta no colarinho, tem distintivo, ou está incompleta: falta o boné, falta o cinto. Pode ser de polícia, de escola, de quartel. A polícia e a autoridade estão no leão, grupo 16. A farda fica com eles: é a roupa que transforma a pessoa em função. Não é o vestido do pavão, feito para ser visto na festa. A farda é para ser obedecida ou para obedecer. O uniforme de trabalho sem autoridade, macacão, poderia ir para o burro do ofício. Esta ficha é a farda de comando, a que muda o jeito como os outros olham.
1761 fecha em 61. 4063 fecha em 63. 7362 fecha em 62. O fim 65 já é macaco. Botão faltando não empurra o fim para o macaco.
Vestir a farda comenta um papel que a pessoa assume e que pesa no ombro. Ver a farda dos outros comenta autoridade chegando, alívio ou medo, conforme a cena. Farda suja comenta uma função que perdeu o respeito. Tirar a farda em casa comenta a volta para o nome próprio, o distintivo na cadeira. O leão permanece.
A página não recruta e não indica jogo. O grupo 16 nomeia essa roupa de função.
A pessoa acorda e passa a mão no pescoço, onde o colarinho apertava. A camisa de dormir não tem botão de metal.