A caverna no sonho é boca de pedra, escuro logo na entrada, e um chão úmido que a pessoa testa com o pé. Pode ser esconderijo. Pode ser abrigo contra a chuva. Pode ser um lugar de onde a pessoa não acha a volta. O urso, animal, tem página própria, e há quem ponha toda caverna com ele por causa da toca. Este site deixa o esconderijo, a floresta e a fuga no veado, grupo 24. A caverna entra aí quando o tema é sumir, achar um buraco, ficar quieto até o perigo passar. Se o sonho era o bicho urso dentro da toca, a ficha do urso conversa melhor. Se o sonho era a pedra e o escuro como refúgio da pessoa, fica o veado.
1793 termina em 93, primeira casa do veado. A vaca começa em 97. 95 no fim de 4195 e 96 no fim de 7396 continuam veado, lado a lado com 93 e 94. A pessoa lê o veado por esse fim, numa milhar já sorteada. A boca da caverna não escolhe o fim.
Caverna como esconderijo comenta a necessidade de sumir por um tempo, sem que isso seja covardia automática: às vezes é juízo. Caverna sem saída comenta o medo de ter se enfiado num problema e perdido a porta. Caverna com luz no fundo comenta uma esperança estreita, um corredor que ainda leva a algum lugar. A floresta em volta, se aparecer, tem página vizinha. O grupo 24 permanece enquanto o tema for o buraco de pedra.
A página não manda a pessoa se esconder e não indica jogo. O veado nomeia o refúgio, sem previsão.
A pessoa acorda com o olho demorando a aceitar a luz do quarto. A caverna acabou na hora em que o despertador não precisou tocar.