Sonhar com afogamento assusta de um jeito físico. A água entra, o pé não acha o fundo, a pessoa acorda tossindo mesmo com o quarto seco. No livro brasileiro, o afogamento vai para o jacaré, grupo 15, animal das águas: mar, rio, enchente, banho. A água parada e a água que puxa não recebem o mesmo comentário, mas nesta tradição ficam no mesmo grupo. O jacaré, na leitura antiga, é o que vive onde o chão some.
Jacaré, aqui, significa os finais 57, 58, 59 e 60, nem um a mais. 3958 termina em 58 e permanece no jacaré. 3961 termina em 61 e já é leão. A milhar 7260 termina em 60 e ainda é jacaré. Sessenta e um seria outra faixa. As três milhares da ficha respeitam esse limite. Explicam como nomear o bicho de um resultado publicado. Não dizem o que a água do sonho vai fazer no sorteio.
Afogar-se e ser puxado de volta comenta susto com resgate. Afogar-se sem que ninguém veja comenta solidão dentro do perigo. Ver outra pessoa afogar e não alcançar comenta impotência, o braço que não chega. O grupo não se altera com o desfecho.
A página registra o costume com cuidado. Não transforma o medo em aposta e não cita operador.